terça-feira, 31 de julho de 2018

Eclipse da Lua - Não foi possível vê-lo por aqui

Céu encoberto prejudica visibilidade do eclipse total da Lua em Porto Alegre

Cerca de cem espectadores foram ao Planetário assistir ao fenômeno mais longo do século, mas alguns saíram decepcionados



Foi por volta das 6:25 p.m desta sexta-feira (27) que, no pátio do Planetário da UFRGS, mais de cem espectadores, enfim, puderam visualizar a olho nu o eclipse da Lua no céu repleto de nuvens de Porto Alegre. Cercado de expectativas, o acompanhamento do fenômeno provocou reações diversas, que oscilavam entre a frustração e o alívio de, ao menos, poder ver o satélite. 

 — É só isso? —  questionou Caroline Martins, 23 anos, que se deslocou ao local com a amiga Alícia para observar o eclipse.

 Ao contrário do que se esperava, o público que ocupava o planetário na hora do evento não conseguiu visualizar vermelhidão no satélite, que portava a sua coloração natural e tinha grande parte de sua superfície encoberta – com um aspecto similar à fase minguante.

De acordo com a astrônoma Miriani Pastoriza, cidades à leste do país tiveram mais facilidade de avistar o fenômeno. Outro componente dificultador se refere ao horário de início do alinhamento entre Terra, Lua e Sol, que ocorreu por volta das 4:30 p.m., momento em que o satélite não havia nascido no céu da Capital. Ao se referir às particularidades desse eclipse, a especialista destaca a duração de, aproximadamente, cinco horas.

—  Daqui a uns cem anos, vai acontecer novamente. Não o eclipse total de Lua. Vão acontecer outros eclipses no próximo ano, mas não tão longos como esse —  afirma a astrônoma.

Desde as 4:00 p.m. de sexta, atividades relacionadas ao fenômeno eram realizadas no Planetário, que projetava, na Sala Multimeios, imagens via satélite da Nasa e realizava explicações sobre o céu da Capital na Cúpula principal. Segundo a coordenação do Planetário, mais de 500 pessoas haviam circulado pelo local até o final da tarde, quase o dobro da média diária.

“Caçadora de eclipses” esteve no Planetário


Dentre os espectadores, estava Elizabeth Alves, 75 anos, carinhosamente chamada pela filha Lúcia Alves, 45, de “caçadora de eclipses” devido ao fascínio da mãe pela astronomia.
—  Eu adoro ficar tarde da noite olhando as estrelas — afirma Elizabeth. — É muito bom isso (o evento de observação), porque muita criança não conhece, nunca veio no Planetário. Olham isso aí e ficam com a cabeça lá nas nuvens.

Além de ser a oportunidade de um primeiro contato dos menores com o assunto, o evento também proporcionou reencontros. Acompanhada da filha Ana, quatro anos, e da sobrinha Débora, 12 anos, a servidora Graziela Feijó retornou ao Planetário após 30 anos com o objetivo de incentivar o contato das meninas com a temática espacial.

Fonte: Sitio GauchaZH - Rádio Gaúcha e jornal Zero Hora

Já que não foi possível ver esse eclipse por aqui, vi a transmissão ao vivo (live) do sitio Timeanddate.com. Eu já sei muito bem como é um eclipse lunar, pois já vi vários. Um fenômeno bem mais comum que um eclipse solar.


Live do eclipse lunar 27-28 de Julho/2018

Em Porto Alegre e região foi assim, se não tivessem nuvens:


Ficou para a madrugada de 21 de Janeiro de 2019.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Videogame XIV - Campeonato de Puyo Puyo no Japão


Trata-se de um jogo de peças consistindo de 2 Puyos (bolhas, gotas ou feijões), cujas respectivas cores são aleatórias. É possível girar as peças em si mesmas e se mover lateralmente. O Puyos se colam (verticalmente ou horizontalmente) entre eles se eles são da mesma cor. Deve se reunir pelo menos 4 para que eles desapareçam. O jogo obedece a leis de aceleração da gravidade: os blocos que não repousam mais sobre nada caem. Este elemento de jogabilidade permite principalmente fazê-los desaparecer em uma linha muitos grupos de blocos (sequências ou combos), que dão muito mais na pontuação. 


Um duelo nesse jogo pode durar menos de um minuto ou até várias horas. Depende das cores das bolhas que veem e da velocidade de raciocínio dos jogadores.

Sendo um jogo do estilo Tetris, acelera gradualmente, até que o jogador perde quando as peças vêm a transbordar na parte superior da tela.


Um campeonato de Puyo Puyo realizado no Japão. Os duelos são bem equilibrados, exigindo raciocínio extremamente rápido. Um erro de "combo" pode ser fatal. Se não fizer combos, podem cair um monte de bolhas cinzas bloqueando as bolhas coloridas e por consequência, a derrota no duelo.
Os jogadores costumam jogar um para o outro as bolhas cinzas, como se fosse uma batata quente ou um abacaxi espinhoso. Se não neutralizar essas bolhas cinzas com combos, a derrota é praticamente certa, pois essas bolhas vão se acumulando no topo do cenário prontas para caírem um monte de uma vez só. O jogo é sob pressão o tempo inteiro.
Tem as modalidades individual (um contra um) e duplas. É possível "limpar" o cenário duas vezes no jogo de duplas se tiver muito cheio de bolhas.

Mais vídeos do jogo. Duelos equilibrados também.






quarta-feira, 18 de julho de 2018

Sim City 5 - Um jogo que podia ser...

...muito mais do que é!


Como sou fã da franquia Sim City, desde o primeiro lançado para Super Nintendo até esse último lançado para PC em 2013, não poderia deixar de falar sobre essa última versão.

Elogios:

-Os gráficos, as construções em estilo maquete e  a jogabilidade são muito bons;

-Música e sons, muito bons. Fora isso, mais nada!

Exemplo de uma "metrópole"


Críticas:

-O mapa para construir a cidade é muito pequeno. Acaba sendo ocupado muito rápido. Está mais para simulador de vila ou bairro do que de cidade, pois não cabe tudo o que uma cidade precisa;

-Tem que ficar gerindo várias cidades ao mesmo tempo, pois em uma cidade não se tem tudo o que precisa;

-O dinheiro dos impostos vem muito fácil. Não há aquele desafio de gerir uma escassez de recursos para manter a cidade;

-Devido a falta de espaço no mapa, tem que apelar para a verticalização da cidade em seguida com prédios e edifícios, gerando trânsito, poluição e alto consumo de energia e água rapidamente;

-A necessidade de conexão constante acaba afastando muitos jogadores, principalmente aqueles que não possuem uma banda larga de qualidade;

-O encantador visual de brinquedo camufla um jogo de gerenciamento com simulação pobre e limitada e uma escassez gritante de recursos – muitos dos quais, aliás, já apareceram em versões anteriores da franquia. Para piorar, “Sim City” não se dá ao trabalho de ensinar a você o caminho das pedras ou, no mínimo, oferecer uma base de dados eficiente sobre como lidar com a cidade;

-Em Sim City 5 a ideia não se encaixou muito bem, a começar pelos problemas envolvendo os servidores do jogo. Nos primeiros dias após o lançamento do game era praticamente impossível iniciar ou salvar o jogo, o que deixou milhões de jogadores frustados com o mal serviço prestado pela Eletronic Arts. Hoje em dia os problemas já foram quase todos resolvidos, mas a desconfiança em relação à necessidade de conexão à internet ainda é grande. A EA chegou a dar um jogo grátis aos usuários que compraram Sim City, como forma de pedir desculpas pelos transtornos e erros cometidos pela empresa. Não colou;

-Isso que nem tinham lançado o jogo na Europa e no Japão ainda. A tendência era piorar ainda mais a conexão com os servidores;

-Bugs e mais bugs, inclusive no trânsito e transporte de passageiros;

-Conexão online obrigatória;

-Acontecimentos desordenados;

Portanto na minha opinião o melhor jogo da franquia é o Sim City 4, lançado para PC em 2003. Tinha mapas com 3 tamanhos diferentes.

Sou da mesma opinião deste sitio:

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Vôlei XXIV - Números do clássico APAV x Voleisul/NH


Esse jogo entre Canoas x Voleisul/NH representava um clássico do vôlei gaúcho, sendo que as duas cidades (Canoas e Novo Hamburgo) tem tradição no vôlei nacional, revelando atletas multi-campeões.

Números em 12 jogos:

Vitórias do Canoas: 9
Vitórias da Voleisul/NH: 3

Sets para o Canoas: 32
Sets para a Voleisul/NH: 17

Os dois clubes suspenderam suas atividades temporariamente (assim espero).

Onde consegui esses dados: Navegando no meu próprio blog! Não dependo de terceiros para conseguir esses números.


Gustavo tenta bloquear adversário

Sempre foi jogo difícil para ambas as equipes, exceto o último jogo em Novo Hamburgo, o qual deu 0 x 3 Canoas. 

Creio que começou o início da decadência da seleção brasileira de vôlei masculina e feminina, pois a qualidade dos times baixou pelo que observei na Liga das Nações agora. Não espero mais medalha de ouro em Tóquio na Olimpíada de 2020. O vôlei nesse país está abandonado e jogado às traças após a Rio 2016, enquanto outras seleções evoluíram mundo afora.

Clubes vão embora com frequência e surgem outros, com futuro incerto.